Quando visitamos um museu, duas características são primordiais. Tempo, para poder olhar os detalhes de cada obra de arte sem se importar em ir embora. E o obvio, gostar (e muito) do tema que está sendo exposto.

Tempo nós tínhamos. Saindo de Curitiba nossa primeira parada foi em Campinas, voando Azul, bem cedinho, por volta das sete e meia já estávamos lá. De Campinas até São Carlos, cidade aonde o museu está, são aproximadamente 140 km. Tínhamos uma providencial carona para chegar até lá, e mais umas duas horas de estrada a diante. Recomenda-se quem quiser visitar se reunir em uma turma ou localizar alguma excursão, pois taxi fica aproximadamente 500 reais cada trecho.

No caminho até o Museu, você verá algumas curiosidades, como um Embraer Brasília, que em nossa pesquisa é o PT-SRF (cn 120192), repousando em um ferro velho a beira da estrada. Também há um ATR “retrofitado” no hotel Slavieiro em São Carlos, que vale a pena a visita.

O museu abre as 10 horas da manhã, e depois da maratona acima chegamos lá por volta das 10:20. O custo da entrada cheia é de 25 reais, bem acessível.

O museu possui mais de 20.000 m2 de área, e é o maior museu de aviação do mundo mantido por uma companhia aérea privada.

Uma importante dica. Como as aeronaves estão muito próximas uma das outras, e o local é relativamente escuro, o ideal é usar lentes Wide, modo manual e compensação de exposição. Também recomenda-se um lente zoom padrão, até uns 150mm, pois tem avião no teto e como na maioria das vezes não se chega tão perto da aeronave, uma lente destas ajuda a aproximar o tema.

Iniciando nossa visita, somos recebidos com um belo Messerschmitt Bf 109 pendurado no teto da recepção. Deste local é possível ver as aeronaves que estão no pátio de manutenção.

De agora em diante o leitor é convidado a passear por aeronaves dos anos 10, 20, 30 até chegar a atuais jatos, caças e pasmem, o único helicóptero que o museu tem no acervo.

Enjoy!